Apresentamos alguns nomes próprios com a devida explicação etimológica. Alguns nomes têm mais de uma explicação possível e nem sempre esta explicação é puramente etimológica. Há casos em que ela se dá por analogia ou outras formas. Os nomes próprios revelam, vez por outra, curiosidades como: Burro, Calógero...
Abdala. Do árabe, Abd = servo, + Allah = Deus. Servo de Deus.
Abdalaziz. Do árabe, Abd = servo, al (artigo), + Aziz = vitorioso. Servo vitorioso.
Arquelau. Do grego, archo = governo, + laos = povo. Governador do povo.
Arsênio. Do grego, arsen = viril, macho. Homem viril.
Arquimedes. Do grego, arqui = super, + medes, de medomai = pensar. Grande pensador.
Artur. Do céltico, art = pedra. Duro como a pedra.
Ascânio. Filho de Enéas, de etimologia desconhecida.
Aspásia. Do grego, aspozomai = abraçar. Mulher que acolhe com ternura. Era uma mulher ateniense célebre por sua beleza.
Asdrúbal. Do púnico, a`ru Baal = auxílio de Baal.
Assurbanipal. De axur-bani-pal = o deus Assur cria o filho.
Astolfo. Do alemão, ast-wulf = a lança que socorre.
Astério. Do grego, astérios = brilhante como um astro.
Atanásio. Do grego, athanatós + imortal. Vencedor da morte.
Ataulfo. Do alto alemão, Auxilio Paternal.
Átila. Do gótico, diminutivo de atta = pai. Significa: Paizinho ou Painho (na Bahia).
Augusto (a). Do latim, Augustus = consagrado pelos bons presságios dos adivinhos.
Aurélio (a). Palavra híbrida, do latim aurum =ouro, + elios = sol. Brilhante como o sol.
Aurora. Do latim, aurorra = brilhar, reluzir, alvorecer.
Austragésilo. Do gótico, austr = brilhante, + Geisel = refém (em alemão). Brilhante refém. É que na antiguidade os reféns eram tomados entre os filhos de pais ilustres.
Autólico. Do grego, autos = próprio; + lykós = lobo. O próprio lobo.
Aziz. Do árabe, significa o Bem Amado.
Balbino (a). Do latim, Balbinu = diminutivo de Balbus. Pequeno Balbo.
Balduino. Do alemão, Bald = audaz, ousado, + win = companheiro. Amigo corajoso.
Baraquias. Do hebaico, Barakiah = Deus abençoou.
Bárbara. Do grego, bárbaros = estrangeiro. Na antiguidade = o que não fala grego.
Basílio. Do grego, Basileios = real, régio. Em russo, Vasili, que foi o primeiro Czar russo.
Batista. Do grego, baptistés = balizador. Aquele que batiza.
Beatriz. Do latim, Beatrix = a que torna feliz.
Belisa. É apenas um anagrama de Isabel.
Belisário. Talvez do grego, belos = dardo. O que arremessa dardos ou flechas.
Benedito. Do latim, bendictus = abençoado.
Benoni. Do hebrico, Ben-aini filho da dor (cf. Gen.35, 18).
Bequimão. Do alemão, Bäckmann = padeiro.
Berengário. Do alemão, Bern = urso, + gar = lança. Caçador de ursos.
Berenice. Do macedônio, fere = trazer, + nike = vitória. Aquela que traz a vitória.
Bernardo. Do alemão, bern = urso, + hard = audaz. Ousado como um urso.
Berto (a). Do alemão, Berth = esplêndido (a). Associado a Alberto, Humberto, Roberto.
Bertoldo. Do alemão, Berth = esplêndido, + wald = chefe. Chefe esplêndido.
Bertrando. Do alemão, Berth = brilhante, + rand = escudo. Escudo brilhante.
Blandina. De origem latina. Significa, mulher, meiga e afável. Mártir cristã do século II.
Boaventura. De origem latina. Significa, o bem-vindo, o afortunado.
Bonifácio. Do latim, bonifatus = bem fadado. Ou de bônus faciens = o que faz o bem.
Breno. Do gaulês, brenn = cabeça. O Chefe. Em latim, Brenus (cf. Tito Lívio, V, 48).
Brígida. Do irlandês, Brig, ou Brighid = forte, grande. A forte.
Brunilda. Do alemão, brünne = couraça, + hild = combate. A que combate com couraça.
Bruno (a). Do francês, brun = moreno, trigueiro. Bruno louro é contradição etimológica.
Burro. Do latim, burrhus. Nome próprio masculino. Pode até ser raro, mas existe. Um deles é célebre, o americano Burrhus F. SKINNER, *1904+1990, um dos grandes psicólogos do século XX. Ele contribuiu muito para a teoria behaviorista, de J. B. Watson.
Caio. Do latim, gaius = alegre. Foi de “gaius” que o francês tirou “gai” = alegre.
Caetano. Do latim, caietanu = natural da cidade de Gaeta (Itália).
Calisto. Do grego, kallistós = belíssimo. O que é muito belo.
Calógero. Do grego, kalogeros = belo velho. Pandiá Calogeras foi o primeiro civil brasileiro da chefiar o Ministério da Guerra, em 1919 no governo de Epitácio Pessoa.
Calícrates. Do grego, kalos = belo + krates = forte. Forte e belo.
Calígula. É o diminutivo de caliga = alpercata dos soldados romanos. Calígula, = Caius César Germanicus, foi criado em acampamentos e recebeu dos soldados esse apelido. Tornou-se o imperador e passou para a história com esse nome: “alpercatinha” = Caligula.
Calíope. Do grego, kalos = belo (a), + ops = face, rosto. De bela face, bonita. Musa da poesia, ela é invocada por Camões em Os Lusíadas.
Calipso. Do grego, kalypsô = esconder. Era uma ninfa que se ocultava na ilha de Ogigia.
Calístenes. Do grego, kalos = belo, + sthenes = forte. Homem forte e belo.
Calvino. Do latim, calvinu = um pouco calvo, meio careca.
Camerino. (Sobrenome). Natural de Camerino, cidade do centro norte da Itália.
Camilo (a). Do latim, Camilus = jovem livre de família importante.
Cândido. Do latim, candidus = ingênuo, simples, puro.
Canuto. Do dinamarquês. Significa, poderoso, forte.
Carlos. Do alemão, Karl = Forte, viril. Ou do latim, carus = estimado.
Casimiro. Do polonês, ukasar = pregar, = mir = paz. Pregador da paz.
Cassilda. Do alemão, aquela que combate com lanças.
Cássio e Cassiano. Do latim, cassis = elmo. Homem armado com o elmo.
Castro. (Sobrenome). Do latim, castrum. Acampamento, fortaleza.
Catarina. Do grego, katarós = puro. Significa, a pura.
Cataldo. Do alto alemão, hatu = guerra, + wald = potente. Fortíssimo na guerra. São Cataldo é o protetor de Taranto, porto militar italiano no calcanhar da bota.
Castor. Do grego, kastor = brilhante.
Catulo. Do latim, catulus = cãosinho, cachorrinho, filhote.
Celeno. Do grego, keláinos = negro, sombrio. Nome de mulher. Era uma das harpias.
Celeste. Do latim, coelestis = habitante do céu.
Celestino (a); Celina. Diminutivos de Celeste.
Celso. Do latim, celsus = alto, elevado, apreciado, respeitado.
Ceres. Do latim, Ceres = criadora. Deusa da mitologia greco-romana.
Cesário. Do latim, Cesarius = Dedicado a César.
Cícero. Do latim, Cícero, ciceronis = grão de bico. (Cf. Plutarco, Vida de Cícero, I, 1).
Cilene. Do grego, kylléne. Nome feminino de etimologia desconhecida.
Cincinato. Do latim, cincinatu = de cabelo cacheado.
Cineas. Do grego, kineas. Nome de homem de etimologia desconhecida.
Cipriano. Do latim, cyprianu = cipriota, natural de Chipre.
Cirene. Do grego, kyrene = Nome de uma das ninfas. É uma cidade da África.
Cireneu. Do grego, kyrenáios = natural da cidade de Cirene.
Ciríaco. Do grego, kyriakós = do Senhor, senhorial.
Cirilo. Do grego, kyrillos = plena autoridade.
Ciro. Do persa = sol; pelo grego, kyrós = força. O que tem poder, o que é forte.
Cláudio (a). Do latim, claudus = manco, coxo. Da família romana, Claudius.
Claudino. É o diminutivo de Claudio.
Claudionor. Significa: “em honra de Cláudio.
domenica 23 maggio 2010
mercoledì 19 maggio 2010
A VÍRGULA
Um dos fenômenos dessa nova era tecnológica é a quantidade de informações que se recebe diariamente pela Internet. Entre as tentativas de uns em colher dados de seu computador ou enviar vírus com mensagens do tipo: "oi, lembra de mim? click e veja nossas fotos", ou: "amigo, você está sendo traído, veja aqui as fotos do beijo" e tantas outras que pedem um número de conta bancária para despositar uma soma enorme de dólares que ficou esquecida em um banco da África, ou prêmios de loterias ganho em países, onde eu jamais estive, ou se lá estive nunca na loteria apostei.
"A vírgula" é o título de um texto que recebi já algumas vezes e que me foi enviado recentemente pela amiga, leitora e seguidora de meu blog, Inês Amarante. Segundo informa, o texto faz parte de uma "campanha dos 100 anos da ABI" (Associação Brasileira de Imprensa).
A pontuação é uma das grandes dificuldades encontradas pelos meus alunos de língua portuguesa. Se a vírgula é difícil, imgine o ponto e vírgula. Este último ninguém se arrisca em colocar. Vamos ao texto:
Zacharias Bezerra de Oliveira
"A vírgula" é o título de um texto que recebi já algumas vezes e que me foi enviado recentemente pela amiga, leitora e seguidora de meu blog, Inês Amarante. Segundo informa, o texto faz parte de uma "campanha dos 100 anos da ABI" (Associação Brasileira de Imprensa).
A pontuação é uma das grandes dificuldades encontradas pelos meus alunos de língua portuguesa. Se a vírgula é difícil, imgine o ponto e vírgula. Este último ninguém se arrisca em colocar. Vamos ao texto:
A vírgula
Muito legal a campanha dos 100 anos da ABI. (Associação Brasileira de
Imprensa).
Vírgula pode ser uma pausa... ou não.
Não, espere.
Não espere..
Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.
Pode criar heróis..
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.
Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.
A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.
A vírgula pode condenar ou salvar.
Não tenha clemência!
Não, tenha clemência!
Uma vírgula muda tudo. ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma
vírgula da sua informação.
Detalhes Adicionais:
SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER
ANDARIA À SUA PROCURA.
* Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER...
* Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM...
Zacharias Bezerra de Oliveira
venerdì 14 maggio 2010
MAU OU MAL?
Esta é uma das grandes dificuldades com que se deparam as pessoas ao ter que escrever este termo. Os que acompanham a nossa coluna no Diário do Nordeste todas as segundas-feiras, Palavra, Lógica e Sentido, vão aprender no próximo dia 17 que mau é o contrário de bom e mal é o contrário de bem. Portanto, basta fazer a pergunta sobre o contrário da palavra para saber como escrevê-la.
Mau – Do latim, malus = que causa mal, cruel, funesto, nefasto, nocivo, malvado e também grosseiro = ele atendeu o cliente com maus modos; sem talento ou inábil = ele era um mau pintor. O superlativo de “mau” é péssimo ou malíssimo.
Quando usar “mau” ou “mal”. Mau é o contrário de “bom”; mal é o antônimo de “bem”. Há uma regra simples: a) se a palavra que acompanha é substantivo, usa-se “mau”, ex: mau-caráter, mau-
-olhado, maus-tratos, mau-vizinho... e sem hífen: ato mau, mau exemplo, mau negócio, mau conselho, mau costume, etc. b) Se for verbo, advérbio ou adjetivo, usa-se “mal”, como: mal-estar, mal-agradecido, mal-aconselhado, mal-acostumado, mal-apresentado, mal-educado, livro mal traduzido, carta mal escrita, passar mal, sair-
-se mal.
Atenção para o uso de “malgrado” e “mau grado”: usa-se malgrado quando se quer dizer “não obstante”, ou “apesar de”... “não conseguimos salvar a vítima, malgrado nossos ingentes esforços”; emprega-se mau grado, quando se quer dizer “contra a vontade” ou “a contragosto”... “mau grado meu, ela me acompanhou”; “ele comprou de mau grado um ponto da rifa”.
Mau – Do latim, malus = que causa mal, cruel, funesto, nefasto, nocivo, malvado e também grosseiro = ele atendeu o cliente com maus modos; sem talento ou inábil = ele era um mau pintor. O superlativo de “mau” é péssimo ou malíssimo.
Quando usar “mau” ou “mal”. Mau é o contrário de “bom”; mal é o antônimo de “bem”. Há uma regra simples: a) se a palavra que acompanha é substantivo, usa-se “mau”, ex: mau-caráter, mau-
-olhado, maus-tratos, mau-vizinho... e sem hífen: ato mau, mau exemplo, mau negócio, mau conselho, mau costume, etc. b) Se for verbo, advérbio ou adjetivo, usa-se “mal”, como: mal-estar, mal-agradecido, mal-aconselhado, mal-acostumado, mal-apresentado, mal-educado, livro mal traduzido, carta mal escrita, passar mal, sair-
-se mal.
Atenção para o uso de “malgrado” e “mau grado”: usa-se malgrado quando se quer dizer “não obstante”, ou “apesar de”... “não conseguimos salvar a vítima, malgrado nossos ingentes esforços”; emprega-se mau grado, quando se quer dizer “contra a vontade” ou “a contragosto”... “mau grado meu, ela me acompanhou”; “ele comprou de mau grado um ponto da rifa”.
lunedì 10 maggio 2010
FONOLOGIA
O que há de comum entre o ser humano e as aves? Coloquei essa questão na sala de aula, mas meus alunos não souberam responder. Os pássaros, assim como os homens, são dos poucos seres do reino animal que dependem de um período maior de atenção até poderem seguir seus caminhos sozinhos. As aves são nutridas pela mãe até criarem asas e passam por treinamento até saberem voar por conta própria. O homem, por um tempo relativo maior, também segue o mesmo caminho. As aves têm uma particularidade: sabem voar. O ser humano, outra: podem falar. Guardadas as diferenças e as devidas proporções, estas peculiaridades podem ser tomadas como pontos comuns entre ambos.
O livro "Os Serões Gramaticais", de Ernesto Carneiro Ribeiro, diz que o aparelho da voz é composto de vários órgãos que o tornam maravilhoso e sem imitação na natureza. É um dos mais importantes da organização humana. Este aparelho faz de cada um de nós um músico. É um instrumento que diferencia o homem de todos os outros animais. É único e é múltiplo ao mesmo tempo. Único na estrutura. Múltiplo na sua função, pois une...
A sonoridade da voz é algo bem particular, seja cantando ou seja falando, cada um tem o seu timbre próprio. Seja com notas graves ou agudas, ou de intensidade, amplitude e duração de ritmo distintos, cada um tem a sua melodia particular. Dentro de um Estado, como o Ceará, o sotaque bem distinto do Cariri, diferencia-os do restante do Estado.
O aparelho fonador utiliza, pois, as vogais e as consoantes para produzir o som. A corrente de ar, que parte dos pulmões, modificada pelas disposições da faringe, produz os sons vogais. As consoantes, ao contrário, são ruídos que se produzem na mesma cavidade pela obstrução da corrente de ar. E a mistura dos dois forma as palavras e a música que embala os nossos ouvidos.
O livro "Os Serões Gramaticais", de Ernesto Carneiro Ribeiro, diz que o aparelho da voz é composto de vários órgãos que o tornam maravilhoso e sem imitação na natureza. É um dos mais importantes da organização humana. Este aparelho faz de cada um de nós um músico. É um instrumento que diferencia o homem de todos os outros animais. É único e é múltiplo ao mesmo tempo. Único na estrutura. Múltiplo na sua função, pois une...
o doce e o suave de todos os instrumentos; irmana o simples ao sublime, o triste e lúgubre ao alegre e risonho; vivifica as suas notas, aquecendo-as ao fogo das paixões; suaviza seus acentos, afeiçoando-os à ternura dos afetos e das doces comoções; avigora-os, acomodando-os às energias da vontade, ao brilho dos conceitos, à varonilidade e ao vigor d'alma (RIBEIRO, p. 25, 1955).
A sonoridade da voz é algo bem particular, seja cantando ou seja falando, cada um tem o seu timbre próprio. Seja com notas graves ou agudas, ou de intensidade, amplitude e duração de ritmo distintos, cada um tem a sua melodia particular. Dentro de um Estado, como o Ceará, o sotaque bem distinto do Cariri, diferencia-os do restante do Estado.
O aparelho fonador utiliza, pois, as vogais e as consoantes para produzir o som. A corrente de ar, que parte dos pulmões, modificada pelas disposições da faringe, produz os sons vogais. As consoantes, ao contrário, são ruídos que se produzem na mesma cavidade pela obstrução da corrente de ar. E a mistura dos dois forma as palavras e a música que embala os nossos ouvidos.
giovedì 6 maggio 2010
A DIVISÃO SILÁBICA
A divisão silábica, que em regra se faz pela soletração: a-ba-de, bru-ma, bru-xa, ca-cho, gan-cho, lan-che, lha-no, ma-lha, ma-nha, má-xi-mo, ra-lha, ran-cho, ó-xi-do, ri-nha, ro-xo, tme-se e na qual, por isso, não se tem de atender aos elementos constitutivos dos vocábulos segundo a etimologia (a-ba-li-e-nar, bi-sa-vô, de-sa-pa-re-cer, di-sú-ri-co, e-xâ-ni-me, hi-pe-ra-cús-ti-co, i-ná-bil, o-bo-val, su-bo-cu-lar, su-pe-rá-ci-do), obedece a vários preceitos particulares, que rigorosamente cumpre seguir, quando se tem de fazer em fim de linha, mediante o emprego do hífen, a partição de uma palavra:
1) São indivisíveis no interior de palavra, tal como inicialmente, e formam, portanto, a sílaba para a frente as sucessões de duas consoantes que constituem grupos perfeitos, ou sejam (com exceções apenas de vários compostos com prefixo terminados em b ou d: ap-to, ab-legação - de ab-legar -; ad-ligar, sub-lunar etc., em vez de a-blegação, a-dligar, su-blunar etc.) aquelas sucessões em que a primeira consoante é uma labial, uma velar, uma dental ou uma labiodental e a segunda, um l ou um r: a-blução, cele-brar, du-plicação, re-primir, a-clamar, de-creto, de-glutição, re-grado, a-tlético, cáte-dra, perime-tro, a-fluir, a-fricano, ne-vrose.
2) São divisíveis no interior da palavra as sucessões de duas consoantes que não constituem propriamente grupos e igualmente as sucessões de m ou n, com valor de nasalidade, e uma consoante: ab-dicar, Ed-gardo, op-tar, sub-por, ab-soluto, ad-jetivar, af-ta, bet-samita, íp-silon, obs-tar, ob-viar, des-cer, dis-ciplina, flores-cer, nas-cer, res-cisão, ac-ne, ad-mirável, cac-tus, Daf-ne, diafrag-ma, drac--ma, ét-nico, rit-mo, sub-meter, am-nésico, inte-ram-nense; bir-reme, cor-roer, at-mo, pror-rogar; as-segurar, bis-secular, pror-romper, sos-segar, bissex-to, con-texto, ex-citar, atroz-mente, capaz-mente, infeliz-mente; am-bição, desen-ganar, en-xame, man-chu, Mân-lio etc.
3) As sucessões de mais de duas consoantes ou de m ou n, com o valor de nasalidade, e duas ou mais consoantes são divisíveis por um de dois meios: se nelas entra um dos grupos que são indivisíveis (de acordo com o preceito 1º), esse grupo forma sílaba para diante, ficando a consoante ou consoantes que o precedem ligadas à sílaba anterior; se nelas não entra nenhum desses grupos, a divisão dá-se sempre antes da última consoante. Exemplos dos dois casos: a) cam-braia, ec-tlipse, em-blema, ex-plicar, in-cluir, ins-crição, ins-truir, subs-crever, trans-gredir; b) abs-tenção, disp-neia, in-terste-lar, lamb-dacismo, sols-ticial, Terp-sícore, tungs-tato, tungs-tênio/tungs-ténio.
4) As vogais consecutivas que não pertencem a ditongos decrescentes (as que pertencem a ditongos deste tipo nunca se separam: ai- roso, bei- rões, cadei- ra, chei- rosas, cimei- ra, escrivães, insti- tui, ora- ção, sacris- tães, traves- sões) podem, se a primeira delas não é u precedido de g ou q, e mesmo que sejam iguais, separar-se na escrita: ala- úde, áre- as, ca- apeba (do tupi: ka’a = folha, erva + peua = chato, designação de diversas plantas da família das piperáceas), co-ordenar, do- er, flu- idez, perdo- as. O mesmo se aplica aos casos de contiguidade de ditongos, iguais ou diferentes, ou de ditongos vogais: cai- ais, cai- eis, ensai- os, flu- iu.
5) Os diagramas gu e qu, em que o u não se pronuncia, nunca se separam da vogal ou ditongo imediato, ex.: ne- gue, ne- guei, pe- que, pe- quei, do mesmo modo que as combinações gu e qu em que o u se pronuncia: á- gua, ambí- guo, iní- quo, oblí- quo, averi- gueis, longín- quos, lo- -quaz, quais-quer.
6) Na tansliteração de uma palavra composta ou de uma combinação de palavras em que há um hífen, ou mais, se a partição coincide com o final de um dos elementos ou membros, deve por clareza gráfica, repetir-se o hífen no início da linha imediata: ex- / -alferes, serená-los-emos, couve- / -flor, amá- / -lo, fazê- / -lo, vice- / -almirante etc.
Atenção: Os atuais programas de computador não aceitam essa repetição do hífen na linha seguinte. Mas, com certeza, os técnicos solucionarão esse problema.
1) São indivisíveis no interior de palavra, tal como inicialmente, e formam, portanto, a sílaba para a frente as sucessões de duas consoantes que constituem grupos perfeitos, ou sejam (com exceções apenas de vários compostos com prefixo terminados em b ou d: ap-to, ab-legação - de ab-legar -; ad-ligar, sub-lunar etc., em vez de a-blegação, a-dligar, su-blunar etc.) aquelas sucessões em que a primeira consoante é uma labial, uma velar, uma dental ou uma labiodental e a segunda, um l ou um r: a-blução, cele-brar, du-plicação, re-primir, a-clamar, de-creto, de-glutição, re-grado, a-tlético, cáte-dra, perime-tro, a-fluir, a-fricano, ne-vrose.
2) São divisíveis no interior da palavra as sucessões de duas consoantes que não constituem propriamente grupos e igualmente as sucessões de m ou n, com valor de nasalidade, e uma consoante: ab-dicar, Ed-gardo, op-tar, sub-por, ab-soluto, ad-jetivar, af-ta, bet-samita, íp-silon, obs-tar, ob-viar, des-cer, dis-ciplina, flores-cer, nas-cer, res-cisão, ac-ne, ad-mirável, cac-tus, Daf-ne, diafrag-ma, drac--ma, ét-nico, rit-mo, sub-meter, am-nésico, inte-ram-nense; bir-reme, cor-roer, at-mo, pror-rogar; as-segurar, bis-secular, pror-romper, sos-segar, bissex-to, con-texto, ex-citar, atroz-mente, capaz-mente, infeliz-mente; am-bição, desen-ganar, en-xame, man-chu, Mân-lio etc.
3) As sucessões de mais de duas consoantes ou de m ou n, com o valor de nasalidade, e duas ou mais consoantes são divisíveis por um de dois meios: se nelas entra um dos grupos que são indivisíveis (de acordo com o preceito 1º), esse grupo forma sílaba para diante, ficando a consoante ou consoantes que o precedem ligadas à sílaba anterior; se nelas não entra nenhum desses grupos, a divisão dá-se sempre antes da última consoante. Exemplos dos dois casos: a) cam-braia, ec-tlipse, em-blema, ex-plicar, in-cluir, ins-crição, ins-truir, subs-crever, trans-gredir; b) abs-tenção, disp-neia, in-terste-lar, lamb-dacismo, sols-ticial, Terp-sícore, tungs-tato, tungs-tênio/tungs-ténio.
Ectlipse, do grego ektlípsis = ato de esmagar. É a elisão do m final de
certos vocábulos, quando se lhes segue uma vogal. Por ex.: côa em vez de “com
a”. A ectlipse ocorre mais na poesia por necessidade métrica: co’os filhos, co’a
luz, em vez de: com os filhos, com a luz. Camões usou muito bem a ectlipse:
“E vós, Tágides, minhas, pois criado
Tendes em mi um novo engenho ardente,
Se sempre em verso humilde celebrado
Foi de mi vosso rio alegremente,
Daí-me agora um som alto e sublimado,
Um estilo grandíloco e corrente,
Por que de vossas águas Febo ordene
Que não tenham inveja às
de Hipocrene” (Lusíadas, Canto I, Estr. 4). (Lisboa, 1ª. Edição, 1572).
4) As vogais consecutivas que não pertencem a ditongos decrescentes (as que pertencem a ditongos deste tipo nunca se separam: ai- roso, bei- rões, cadei- ra, chei- rosas, cimei- ra, escrivães, insti- tui, ora- ção, sacris- tães, traves- sões) podem, se a primeira delas não é u precedido de g ou q, e mesmo que sejam iguais, separar-se na escrita: ala- úde, áre- as, ca- apeba (do tupi: ka’a = folha, erva + peua = chato, designação de diversas plantas da família das piperáceas), co-ordenar, do- er, flu- idez, perdo- as. O mesmo se aplica aos casos de contiguidade de ditongos, iguais ou diferentes, ou de ditongos vogais: cai- ais, cai- eis, ensai- os, flu- iu.
5) Os diagramas gu e qu, em que o u não se pronuncia, nunca se separam da vogal ou ditongo imediato, ex.: ne- gue, ne- guei, pe- que, pe- quei, do mesmo modo que as combinações gu e qu em que o u se pronuncia: á- gua, ambí- guo, iní- quo, oblí- quo, averi- gueis, longín- quos, lo- -quaz, quais-quer.
6) Na tansliteração de uma palavra composta ou de uma combinação de palavras em que há um hífen, ou mais, se a partição coincide com o final de um dos elementos ou membros, deve por clareza gráfica, repetir-se o hífen no início da linha imediata: ex- / -alferes, serená-los-emos, couve- / -flor, amá- / -lo, fazê- / -lo, vice- / -almirante etc.
Atenção: Os atuais programas de computador não aceitam essa repetição do hífen na linha seguinte. Mas, com certeza, os técnicos solucionarão esse problema.
lunedì 3 maggio 2010
Perdido entre “tecas”
Perder-se no centro de Roma é o melhor programa casual que encontro aqui. Primeiro você não precisa recorrer ao 113 e nem mesmo a mapas. Andando um pouco mais consegue se localizar, ao encontrar uma igreja, um edifício conhecido, um monumento célebre; depois você descobre casas ou hotéis com placas informando que ali moraram pessoas célebres: W. Goethe (de 1786 a 1788 morou na Via Del Corso), Santo Inácio de Loiola, M. Lutero, Giordano Bruno, São Roberto Belarmino, Dante Alighieri, Torquato Tasso, Loreenzo Bernini, Antonio Canova, Caravaggio, Michelangelo, Raphael... Finalmente, mas não por último, você encontra muitas e muitas "tecas".
A "Cidade Eterna" é um museu a céu aberto. Com um pequeno guia informativo você pode, de graça, fazer interessantes e significativas descobertas. Eu admiro muito as "tecas". Teca é uma palavra grega, théke, (θήκη), que significa: caixa, urna, depósito... A teca grega virou sufixo de muitas palavras portuguesas com o sentido de "depósito", "lugar de guardas um tipo de coisa", ou "coleção de algo".
Assim, é prazeroso encontrar aqui, ao acaso e como por encanto, apotecas, bibliotecas - inclusive multilíngues - carpotecas, cinematecas, discotecas, enotecas, fonotecas, fototecas, gliptotecas, grafotecas, hemerotecas, hoplotecas, iconotecas, litotecas, ludotecas mapotecas, paninotecas, pilotecas, pinacotecas, sonotecas e zitotecas.
Ao entrar num supermercado, você é autônomo, mas é um anônimo. Entrando numa dessas ``tecas``, você é um cliente e tem um atendimento personalizado. Elas em geral são aconchegantes e enchem os nossos olhos. Há as que alimentam e curam o corpo, umas alegram o coração, outras nutrem a mente ou estimulam a fantasia e aguçam a imaginação.
O POVO – Fortaleza, 01 de maio de 2010
Frei Hermínio Bezerra
Frade capuchinho em Roma
A "Cidade Eterna" é um museu a céu aberto. Com um pequeno guia informativo você pode, de graça, fazer interessantes e significativas descobertas. Eu admiro muito as "tecas". Teca é uma palavra grega, théke, (θήκη), que significa: caixa, urna, depósito... A teca grega virou sufixo de muitas palavras portuguesas com o sentido de "depósito", "lugar de guardas um tipo de coisa", ou "coleção de algo".
Assim, é prazeroso encontrar aqui, ao acaso e como por encanto, apotecas, bibliotecas - inclusive multilíngues - carpotecas, cinematecas, discotecas, enotecas, fonotecas, fototecas, gliptotecas, grafotecas, hemerotecas, hoplotecas, iconotecas, litotecas, ludotecas mapotecas, paninotecas, pilotecas, pinacotecas, sonotecas e zitotecas.
Ao entrar num supermercado, você é autônomo, mas é um anônimo. Entrando numa dessas ``tecas``, você é um cliente e tem um atendimento personalizado. Elas em geral são aconchegantes e enchem os nossos olhos. Há as que alimentam e curam o corpo, umas alegram o coração, outras nutrem a mente ou estimulam a fantasia e aguçam a imaginação.
O POVO – Fortaleza, 01 de maio de 2010
Frei Hermínio Bezerra
Frade capuchinho em Roma
giovedì 29 aprile 2010
ACORDO ORTOGRÁFICO: ANO 100
A primeira Reforma da língua portuguesa ocorreu em 1911, sem a participação da Academia Brasileira de Letras, convidada a participar dos trabalhos somente em 17 de janeiro de 1912. O Brasil ratificou este acordo em 1931, apesar de oscilar entre sucessivas adoções e rejeições. Em 10 de agosto de 1945 foi celebrado um novo acordo na tentativa de diminuir as disparidades e evitar um caos ortográfico entre as nações de fala portuguesa. Em 1973 ocorreu a supressão do acento grave em palavras como avozinha e somente. A importância do Acordo Orotgráfico de 1990, que ora entra em vigor, é tornar mais prático e possível o domínio e o ensino da língua portuguesa, fazendo com que o professor e a professora formados estejam conformados e não deformados pelo que está reformado.
Se o rio é a certeza de que existe o lugar geográfico, como bem frisa Manoel Fernandes de Sousa Neto (1996), parafraseando Adélia Prado, pode-se afirmar que a língua é a garantia de que um povo existe. No País Basco, nação que resiste, apesar de inserida em territórios da França e da Espanha, é nacional Euskaldun aquele que fala a língua basca, conforme diz a própria acepção da palavra. Todos nós: angolanos, brasileiros, caboverdianos, guineenses, moçambicanos, portugueses, são tomeenses e timorenses podemos ser considerados uma grande nação, pois estamos consagrando “uma Língua que a todos nos une e que é nossa Pátria, nossa Mátria, nossa Frátria” (GOMES, 2008, p. 43).
O português é uma língua neolatina, novilatina ou românica formada a partir de evoluções históricas. O protoportuguês, do século IX ao século XII; o português histórico, do século XII até hoje; o português-galego, do século XII ao século XV; o português clássico, séculos XVI e XVII, e o pós-clássico, do século XVII até hoje. Língua oficial do Brasil, Portugal, Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Timor Leste, o português é falado em dialetos em Macau, China, e em Goa, Damão e Diu, Índia.
A melhor descrição do que é o significado da língua portuguesa pode ser encontrada nos versos do poeta brasileiro Olavo Bilac (1865-1918), que aprendi nos bancos escolares do curso primário. A última flor é a língua portuguesa, última das filhas do latim. O termo “inculta” representa os que a maltratam (falando e escrevendo errado), ainda assim, ela continua a ser “bela”:
O correto é “aquilo que corre ou que se tem dito” (GOMES, 2008, p. 72). São os usos que fazem a língua e que a tornam coerente e facilitam a sua compreensão. As normas e as formas, portanto, existem para facilitar e para evitar disparates como as 288 maneiras diferentes de escrever o nome próprio Hipólito, conservando a mesma pronúncia.
As XXI bases de apoio do acordo estão apresentadas no livro Acordo Ortográfico da língua portuguesa (2009), com exemplos e exercícios que facilitam a compreensão do Acordo. Não se trata de apresentar simplesmente a letra fria da lei ou, no caso, do Acordo, mas de trazer também o máximo de exemplos sobre a sua aplicação e como fica a nova ortografia das palavras para que o entendimento fique gravado na mente do leitor e possa ser consultado sempre que a dúvida surgir.
Ademais das Bases, o livro traz sete suplementos: 1) alfabeto grego, prefixos e termos vernáculos, latinos e gregos; 2) você pode criar palavras; 3) tautogramas e textos; 4) palavras homófonas, homógrafas, homônimas e parônimas; 5) a formação do plural em português; 6) siglas e abreviaturas; 7) palavras que por sua etimologia poderão vir a ser escritas com k, w e y, além de exercícios práticos.
Em breve será lançada a segunda edição, que traz também um anexo com uma extensa lista de palavras que ficarm com dupla grafia após a assinatura do Acordo. O livro pode ser adquirido em Fortaleza na Banca Shopping, Praça Portugal, ou na livraria Publyc, Praça do Carmo.
Se o rio é a certeza de que existe o lugar geográfico, como bem frisa Manoel Fernandes de Sousa Neto (1996), parafraseando Adélia Prado, pode-se afirmar que a língua é a garantia de que um povo existe. No País Basco, nação que resiste, apesar de inserida em territórios da França e da Espanha, é nacional Euskaldun aquele que fala a língua basca, conforme diz a própria acepção da palavra. Todos nós: angolanos, brasileiros, caboverdianos, guineenses, moçambicanos, portugueses, são tomeenses e timorenses podemos ser considerados uma grande nação, pois estamos consagrando “uma Língua que a todos nos une e que é nossa Pátria, nossa Mátria, nossa Frátria” (GOMES, 2008, p. 43).
O português é uma língua neolatina, novilatina ou românica formada a partir de evoluções históricas. O protoportuguês, do século IX ao século XII; o português histórico, do século XII até hoje; o português-galego, do século XII ao século XV; o português clássico, séculos XVI e XVII, e o pós-clássico, do século XVII até hoje. Língua oficial do Brasil, Portugal, Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Timor Leste, o português é falado em dialetos em Macau, China, e em Goa, Damão e Diu, Índia.
A melhor descrição do que é o significado da língua portuguesa pode ser encontrada nos versos do poeta brasileiro Olavo Bilac (1865-1918), que aprendi nos bancos escolares do curso primário. A última flor é a língua portuguesa, última das filhas do latim. O termo “inculta” representa os que a maltratam (falando e escrevendo errado), ainda assim, ela continua a ser “bela”:
Última flor do Lácio, inculta e bela,
És, a um tempo, esplendor e sepultura:
Ouro nativo, que na ganga impura
A bruta mina entre os cascalhos vela...
Amo-te assim, desconhecida e obscura,
Tuba de alto clangor, lira singela,
Que tens o trom e o silvo da procela
E o arrolo da saudade e da ternura!
Amo o teu viço agreste e o teu aroma
De virgens selvas e de oceano largo!
Amo-te, ó rude e doloroso idioma,
Em que da voz materna ouvi: "meu filho!"
E em que Camões chorou, no exílio amargo,
O gênio sem ventura e o amor sem brilho! (Olavo Bilac)
O correto é “aquilo que corre ou que se tem dito” (GOMES, 2008, p. 72). São os usos que fazem a língua e que a tornam coerente e facilitam a sua compreensão. As normas e as formas, portanto, existem para facilitar e para evitar disparates como as 288 maneiras diferentes de escrever o nome próprio Hipólito, conservando a mesma pronúncia.
As XXI bases de apoio do acordo estão apresentadas no livro Acordo Ortográfico da língua portuguesa (2009), com exemplos e exercícios que facilitam a compreensão do Acordo. Não se trata de apresentar simplesmente a letra fria da lei ou, no caso, do Acordo, mas de trazer também o máximo de exemplos sobre a sua aplicação e como fica a nova ortografia das palavras para que o entendimento fique gravado na mente do leitor e possa ser consultado sempre que a dúvida surgir.
Ademais das Bases, o livro traz sete suplementos: 1) alfabeto grego, prefixos e termos vernáculos, latinos e gregos; 2) você pode criar palavras; 3) tautogramas e textos; 4) palavras homófonas, homógrafas, homônimas e parônimas; 5) a formação do plural em português; 6) siglas e abreviaturas; 7) palavras que por sua etimologia poderão vir a ser escritas com k, w e y, além de exercícios práticos.
Em breve será lançada a segunda edição, que traz também um anexo com uma extensa lista de palavras que ficarm com dupla grafia após a assinatura do Acordo. O livro pode ser adquirido em Fortaleza na Banca Shopping, Praça Portugal, ou na livraria Publyc, Praça do Carmo.
Iscriviti a:
Post (Atom)